Metoro celebra Jubileu de Prata da presença passionista em Moçambique

A Paróquia Cristo Rei, em Metoro, Diocese de Pemba, acolheu, no dia 27 de setembro, uma das celebrações do Jubileu de Prata da presença dos Missionários Passionistas em Moçambique. O momento teve significado especial para a comunidade, onde os religiosos viveram e trabalharam durante 16 anos.

A presença passionista na Diocese de Pemba começou em 2001. No ano seguinte, 2002, os missionários passaram a residir e trabalhar em Metoro, iniciando um importante capítulo da história da Paróquia Cristo Rei.

A Santa Missa foi presidida pelo Pe. Latifo Fonseca, CP (Pe. Kwiriwi), e concelebrada pelos Passionistas Pe. Antunes Mário Taibo, CP, Pe. Baltasar António, CP, e Pe. Daniel Agostinho, CP. Participaram ainda o atual pároco, Pe. Rauch, Escolápio; Pe. Inácio, Jesuíta; e Pe. António, da Paróquia Santa Isabel de Chiúre. Após a celebração, religiosos, sacerdotes e fiéis participaram de um almoço de confraternização.

Uma missão junto ao povo

Durante os 16 anos em Metoro, a presença passionista foi marcada pela formação das lideranças católicas, intensa visita às comunidades e educação e formação de crianças e jovens. Mais do que manter estruturas, os missionários procuraram formar pessoas, fortalecer as comunidades e caminhar junto ao povo, unindo evangelização e promoção humana.

A celebração contou também com cristãos que trabalharam diretamente com os Passionistas e que, com gratidão, recordaram ensinamentos, experiências e missionários que marcaram a caminhada da comunidade.

Entre os religiosos que exerceram seu ministério em Metoro foram recordados Dom Luiz Fernando Lisboa, CP; Pe. Fernando Domingos Costa, CP; Pe. Gilberto dos Santos, CP; Pe. Richard Monsenvula, CP; Pe. Edilberto Lins de Menezes, CP; Pe. Gesner José Coube, CP; Pe. Hélcio Antunes Garcia, CP; e Pe. Daniel Nyangoya, CP, último pároco Passionista antes da entrega da paróquia à Diocese de Pemba.

O Jubileu de Prata foi, assim, ocasião para agradecer a história, celebrar os reencontros e reconhecer os frutos da missão. A presença dos Passionistas permanece viva nas lideranças formadas, nas comunidades evangelizadas e nas novas gerações acompanhadas ao longo desses anos.

Em Metoro, as sementes lançadas pela missão passionista continuam vivas e produzindo frutos.